BIC celebra 40 anos e continua a inovar

 

Sabia que a cada segundo são vendidos 70 isqueiros BIC em todo o mundo? E que todos os dias são comprados seis milhões de isqueiros desta marca? Sabia ainda que um BIC Maxi proporciona até 3.000 chamas?

40º aniversário BIC Isqueiros (1)Estas são algumas das curiosidades da BIC, a marca de isqueiros que completa, este ano, 40 primaveras e que desde a sua criação já produziu e vendeu mais de 30 mil milhões de unidades. A constante inovação é uma característica que acompanhou a evolução da história desta marca e, nos dias de hoje, os consumidores podem escolher entre 24 formas diferentes de isqueiros e uma ampla gama de cores. 2013 não ia ser diferente e a BIC lançou uma nova coleção com decorações texturas e fragrâncias especiais. Mas conheçamos alguns dos momentos mais marcantes.

Um pouco de história

Tudo começou quando, em 1971, o grupo BIC compra a fabricante Flaminaire, aquela que foi a primeira a lançar os isqueiros de gás recarregáveis. Marcel Bich é o fundador da BIC, e a ideia de enveredar por este negócio surgiu quando, no início dos anos 70, começou a explorar o mercado dos isqueiros de bolso, complementando, assim, a sua faceta de fabricante de canetas esferográficas.

Anuncio BIC_Belgica_1976_agencia DechyDois anos mais tarde, nasce o primeiro isqueiro BIC. A chama ajustável foi, desde logo, um dos motivos de atração simbolizando a segurança, comodidade e funcionalidade.

40 anos volvidos, todos os isqueiros BIC são produzidos em fábricas próprias e o sucesso mantém-se, justificado por factores tão simples como o formato oval – permitindo que o isqueiro se adeqúe à mão humana -; e ao design clean, que lhe conferiu uma imagem intemporal e marcante. Aliás, são exatamente estas as características que valeram à marca a entrada na coleção permanente em museus como o MOMA (NY) e o Centre Pompidou (Paris), tendo-se ainda tornado fonte de inspiração da artista norte-americana Meg Cranston, que criou uma exposição temporária no Museu Hammer, em Los Angeles.

Segurança como prioridade

Não fosse este objeto um depósito de gás inflamável constantemente sob pressão, a preocupação com segurança não seria tão importante. Ao longo dos tempos todos os isqueiros começaram a cumprir rigorosos padrões de segurança internacionais, em aspetos fundamentais como a resistência a temperaturas elevadas, a altura mínima de chama ou a resistência a quedas. E é por estas razões que não há um isqueiro que saia da fábrica sem passar por um teste individual e mais de 50 verificações manuais e automáticas de controlo de qualidade e segurança.

 

O primeiro isqueiro

 


Curiosidades da história do isqueiro
– O isqueiro foi criado no período renascentista e apresentava-se numa caixa arcaica onde as pessoas carregavam fogo;
 – A caixa continua sílex, uma pedra de fogo e um pavio que servia de fusível;
– Só no final do século XVIII é que surgem os isqueiros automáticos, através da invenção do mecanismo da roldana associado ao sílex;
– Em 1935 o francês Henri Pingeot obtém uma patente sobre o primeiro isqueiro de gás butano;
– Em 1939, Marcel Quercia compra esta patente e lança o fabrico dos primeiros isqueiros a gás na fábrica Flamidor, em Redon (noroeste de França), começando a vendê-los sob a marca Flaminaire em 1947;
– Em 1962, surge o primeiro isqueiro metálico de gás recarregável, seguido em 1964 por um modelo com sistema roll-and-press.

 

Por Liliana Cunha

 

  

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