Saia de casa: há 11 restaurantes para ir em Lisboa

Lá porque o frio está a chegar, embora tímido, não é motivo para se fechar em casa e perder as novidades gastronómicas. Em Lisboa, a oferta não falta. No décimo primeiro mês do ano, o Onde Ir deixa 11 sugestões para conhecer. Um conselho: evite ficar à porta e reserve, sempre que possível, antes.

Por Wilson Ledo

Mercado

Mercado: À beira do miradouro de São Pedro de Alcântara, há opções a qualquer hora do dia. Depois do Lumni no último andar do hotel The Lumiares, o chef Miguel Castro e Silva apresenta alguns dos seus pratos mais clássicos no rés-do-chão. Bacalhau à Brás ou arroz de polvo são apenas algumas das opções para descobrir. Rua São Pedro de Alcântara, 33.

 

Cochinchina: O melhor da cozinha vietnamita está agora à distância de uma viagem de metro, com saída na estação do Rato. Yoon Chain Lai, antiga assistente de bordo e dona do Malaca Too na LxFactory, traz este novo espaço a Lisboa, onde o destaque é o pho, caldo quente típico do Vietname. Na decoração, há referências aos descobrimentos, não tivessem chegado os portugueses àquela geografia no passado. Rua da Escola Politécnica, 257.

Mezze: A história deste restaurante é, ao mesmo tempo, uma história de resistência e de integração. O Mercado de Arroios é a casa deste restaurante dedicado à gastronomia síria, juntando 10 refugiados em Portugal. Como se quer, não falta variedade, do baba ganoush ao falafel. Não se preocupe, há uma explicação de cada prato em português. Rua Ângela Pinto, 12.

Zazah

Zazah: Se é apreciador de arte, este é o sítio para jantar em pleno Príncipe Real. À entrada, uma obra de João Louro ilustra a descoberta do Brasil. É deste país que vêm os três responsáveis deste restaurante. Os produtos querem-se portugueses mas a comida do mundo. Ceviche de atum, burrito de sapateira ou bifana de porco preto. Sempre para partilhar. Rua de São Marçal, 111.

Naked: Esta é a escolha para os fãs de comida saudável. Mas onde os gulosos também podem e devem entrar. No Naked, novo projeto de Miguel Júdice e Carla Contige, os produtos querem-se o mais naturais possível. Não há carne, é certo, mas não faltam opções. Há menu com sopa, prato principal, bebida e café. O “brunch” também não tem horário. Rua da Escola Politécnica, 85-89.

Mez Cais Lx: Depois do Cais do Sodré, a marca estende-se para a Lx Factory. A visita é obrigatória porque metade da ementa é diferente. E, para os grupos, há uma mesa mesmo no meio de um ringue de luta livre. A verdadeira competição vai ser escolher entre a gama de tacos e ceviches. No final, guarde espaço para uns churros caseiros, também com diferentes recheios à escolha. Rua Rodrigues Faria, 103, Edifício H, Piso 0, Espaço 0.9B.

ZeroZero

ZeroZero Parque das Nações: Os lisboetas que gostam de pizza certamente já ouviram falar da ZeroZero no Príncipe Real. As filas à porta são uma constante. Para fugir a essa espera, há agora um espaço com a mesma marca no Parque das Nações. Se a decoração é similar, neste novo espaço há surpresas: três novos risotti para descobrir em exclusivo na zona oriental da cidade. Alameda dos Oceanos, Lote 2.11.01H.

Optimista: Aqui o impossível acontece, pelo menos no que respeita a unicórnios. Uma antiga loja de ferragens transforma-se em restaurante. Depois da cafetaria da galeria Carpe Diem Arte e Pesquisa, três amigos entram numa nova aventura, onde se privilegiam os produtos frescos e da estação. Ensopado de mar ou rosbife com couve braseada, migas de batata doce e molho chimichurri são duas das opções. Rua da Boavista, 86.

Gorki

Gorki – Tapas nas Flores: A palavra de ordem, aqui, é partilhar. Três amigos portugueses estudavam em Marbella quando prometeram trazer a Gorki para Portugal. Levou tempo, sim, mas as portas estão agora abertas na Praça das Flores. Presunto, queijo, foie gras, favas, morcela ou ovos mexidos com cogumelos são alguns dos motivos para juntar a malta à volta da mesa. Com direito a sobremesa, também. Praça das Flores, 44.

À Justa: Se Justa Nobre já tinha consolidado o seu lugar na gastronomia portuguesa, prova agora que é sempre possível dar mais um passo. A chef com origens transmontanas regressa ao bairro onde começou o seu percurso, a Ajuda. Restaurante pequeno, com 36 lugares, onde a gastronomia portuguesa promete ser grande. Calçada da Ajuda, 107.

Al Garage: Espaço não falta no novo italiano de Lisboa. Onde outrora funcionava uma garagem, hoje está uma sala que pode acolher mais de 100 pessoas. É dos mesmos donos do Italy Lisbona Caffe no Saldanha e conta com uma ementa bastante tradicional, com pizzas, massas ou risotti. Fala-se italiano e há uma bancada com um queijo gigante, dentro do qual se prepara um dos pratos mais procurados. Rua Castilho, 63

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