15 Viagens gastronómicas em Lisboa

Em Lisboa, pode provar-se o mundo. Restaurantes italianos, mexicanos ou japoneses há muitos na cidade. O Onde Ir foi à procura de algumas das nacionalidades mais improváveis à mesa na capital – com paragens nos cinco continentes.

Por Wilson Ledo

Arménia. Para os lados das Avenidas Novas, junto à Gulbenkian, o Ararate apresenta-se como o primeiro restaurante arménio no país. Uma abertura recente na cidade, mas que não esquece técnicas de preparação dos alimentos com vários séculos. Av. Conde Valbom, 70

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Peru. Esta é uma das nacionalidades que tem vindo a acentuar a presença em Lisboa. No Segundo Muelle, no Cais do Sodré, não deixe passar os ceviches e os tártaros, preparados com os ensinamentos do chef Daniel Manrique. Praça Dom Luís I, 30

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Síria. É provável que já tenha ouvido falar do Mezze. Na sua nova casa, a cidade de Lisboa, estes refugiados sírios dão a conhecer uma cultura ameaçada pela guerra. No Mercado de Arroios, as mesas grandes e os próprios menus convidam à partilha. R. Ângela Pinto, 22

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Rússia. Entrar no Stanislav Avenida é como entrar numa casa russa. Da decoração com mobiliário antigo aos sabores do leste, este restaurante é um dos bons segredos na área da Avenida da Liberdade. Experimente Frago à Kiev, uma receita de família. R. São José, 182

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Áustria. É um dos pontos de paragem obrigatória para quem visita o Chiado. Apesar da diversidade, com saladas ou doçaria austríaca, no Kaffeehaus Lisboa, a salsicha é o destaque da ementa. Na decoração, acumulam cartazes de muitos espetáculos. R. Anchieta, 3

 

Angola. Para matar saudades ou para a primeira prova na gastronomia angolana, a Casa de Angola é o local a visitar. São já várias décadas de portas abertas, num espaço onde a comida se mistura com a cultura, à boa maneira africana. Travessa da Fábrica das Sedas, 7

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Austrália. O chef Justin Jennings trouxe, para Lisboa, sabores do outro lado do mundo: na zona de São Bento, pode provar carne de canguru ou crocodilo. Contudo, as inspirações portuguesas têm vindo a ganhar escala na carta do DownUnderR. dos Industriais, 21

 

Grécia. Tem nome de ilha e uma decoração onde as cores – os azuis e os brancos – nos transportam para esse imaginário. Na Alameda, o Santorini Coffee mantém-se fiel à gastronomia grega. A Moussaka é um dos pratos a provar. Av. Manuel da Maia, 19A

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Irão. É difícil sair do 1001 Nights Iranian Restaurant sem vontade de ir visitar o Irão. Além da comida, a decoração, a calma e a atenção com que se é recebido neste restaurante perto da Avenida de Roma transformam a visita num bom momento. R. João Villaret, 11

 

Marrocos. É um dos países mais próximos de Portugal e, ainda assim, tão diferente na sua gastronomia. Em pleno Bairro Alto, o Flor de Laranja acolhe como uma verdadeira casa marroquina (às vezes, com dança do ventre). R. da Rosa, 206

 

Índia. Num país tão grande como a Índia, as atenções centram-se em Goa, território com antigas relações com Portugal. Nas traseiras da Avenida da Liberdade, Jesus Lee é o anfitrião de Jesus é Goês: um restaurante pequeno em espaço mas grande em sabor. R. São José, 23

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Nepal. Reservar mesa pode revelar-se uma tarefa difícil mas isso não deve demovê-lo de experimentar a Casa Nepalesa, considerado já um clássico, perto de São Sebastião. Ao serviço acolhedor, junta-se uma carta tão variada e espaço para grupos. Av. Elias Garcia, 172A

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Líbano. Os pratos são um mundo de cores por descobrir. Numas férias em Lisboa, Ezzat Ellaz apaixonou-se pela cidade e decidiu abrir aqui um restaurante libanês. Há especialidades como húmus ou falafel para descobrir no Muito Bey, em pleno Cais do Sodré. R. Moeda, 8

 

Argentina. Amantes de carne, sobretudo grelhada, bem-vindos ao La Paparrucha. Em pleno bairro do Príncipe Real, o primeiro restaurante argentino de Lisboa tem também um extra de peso: uma vista única sobre a cidade. R. Dom Pedro V, 18

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Geórgia. É uma das aberturas recentes na capital. Desde agosto, na zona do Marquês de Pombal pode também experimentar-se os sabores da gastronomia georgiana. Na ida ao Treestory, não deixe de provar Khachapuri, uma tarte tradicional. R. Luciano Cordeiro, 46

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