“O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos”, Eleanor Roosevelt

Inicialmente tudo começa com timidez, como quem chega de levezinho e pergunta baixinho como pode melhorar a sua autoestima, olham-me com esperança e com o coração a palpitar sugerem um pequeno sorriso como quem espera uma fórmula mágica.

Um assunto bastante popular ultimamente, não só nas palestras que tenho realizado mas também nas sessões de coaching, é sobre a autoestima feminina.

Ninguém escolhe ter baixa autoestima e muitas mulheres sofrem em silêncio e isso acaba por repercutir de forma negativa nas diversas áreas da sua vida como relações sociais, amorosas, saúde mental e física, entre outras. Por sua vez, quem cuida da sua autoestima consegue melhorar outros aspectos relacionados com a sua vida. Parece fácil falar para quem está fora da situação mas acaba por não ser assim tão linear o pensamento e por isso, através do coaching ajudamos na concretização, arrumar as ideias e a agir sendo mais uma ferramenta disponível para trabalhar a autoestima feminina. 

A autoestima pode ser definida como a maneira como nós próprias nos vemos, de uma forma mais simples de explicar, entender as limitações e como superar os obstáculos, conhecer as qualidades mas, sobretudo, saber valorizar-se, ninguém melhor que nós mesmas para nos conhecer no que há de mais profundo, no mais íntimo de nós, os nossos medos, o que sentimos em determinado momento da nossa vida ou o que nos faz ter determinados comportamentos em diversas circunstâncias e por vezes tão difícil de verbalizar e expressar perante os outros.

Autoestima não se trata apenas de beleza exterior, saber valorizar-se, ser confiante e determinada pode mudar toda a maneira como nos sentimos e de como nos enxergamos. Não basta olhar o espelho e pensar “espelho meu há alguém mais bela do que eu” quando a beleza está na nossa atitude, no nosso pensamento e como somos confiantes o suficiente para demonstrar que, independentemente de tudo o que os outros podem pensar, nós estamos bem com nós próprias. 

Em que contexto se encontra? Este é o primeiro passo de reconhecimento. Quando damos conta surgem perguntas como “Será que nunca ninguém vai gostar de mim?”; “Será que tenho alguns quilinhos a mais?”; “Serei bonita?”; “Será que assim sou feliz?”; “Será que devo mudar a minha forma de ser para agradar aos outros?”. É natural, mas também devemos responder a todas as questões que nos assombram, que nos colocam medos e falsas crenças. Depois disso, é necessário ter consciência de querer melhorar a autoestima e ser consistente para manter essa mudança. Quais os pontos fortes? Quais os que deve potenciar? Somos receptivas à mudança? É benéfico para mim?

A forma como colocamos a nossa fasquia e definimos os nossos pensamentos faz toda a diferença, iremos tornar-nos naquilo que pensamos. Vamos ser mais fiéis a nós mesmas, criar um compromisso e ser felizes, está nas nossas mãos.

 

Por Sara Penela
Psicóloga, Coach e Consultora RH
Leça da Palmeira
www.spconsultoria.pt

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