Vinhos “Casa da Esteira” à prova no Adegga WineMarket Porto este sábado

Os vinhos “Casa da Esteira” (Reserva tinto e Touriga Nacional) vão estar à prova no Adegga WineMarket do Porto, agendado para este sábado, dia 5 de maio, entre as 15h00 e as 20h00, no Porto Palácio Congress Hotel & SPA.

 

Créditos: Gonçalo Villaverde

É caso para dizer que João Nápoles de Carvalho e Joana Pratas – mentores da Parceiros Na Criação (PNC), projeto de ‘vinhos criados em família’ partilhado com os filhos, Teresa e António –, vão abrir as portas da casa onde vivem (conhecida como Casa da Esteira) para dar a provar os seus mais recentes néctares: o ‘Casa da Esteira Reserva tinto 2014’ e o ‘Casa da Esteira Touriga Nacional tinto 2015’.

Feito de um blend natural de castas – Tinta Amarela, Tinto Cão, Touriga Franca, Tinta Roriz, Touriga Nacional, Sousão, Tinta Francisca, entre outras – de uvas colhidas em Vinhas Velhas com 42 e 67 anos, entre os 450 e os 550 metros de altitude, o ‘Casa da Esteira Reserva tinto 2014’ é a prova de que as castas típicas da mais antiga região demarcada do mundo são um legado precioso a preservar com o devido zelo.

Um vinho de cor vermelho rubi, com aroma profundo a fruta madura fresca e ligeiras notas fumadas e tostadas, muito bem integradas, a conferirem-lhe uma boa complexidade. Na boca revela-se longo, cheio e vivo; mostra uma estrutura muito elegante, com taninos presentes, mas macios, acompanhados por uma concentração de frutos pretos muito bem suportados pela mineralidade, concedendo-lhe uma textura que impressiona ao longo da prova.

Para reforçar o potencial do Douro no copo, João Nápoles de Carvalho escolheu a Touriga Nacional proveniente de uma vinha centenária, a 500 metros de altitude, por ele replantada em 2005. O ‘Casa da Esteira Touriga Nacional tinto 2015’ mostra um nariz fresco e sedutor, com delicadas notas de mirtilo, ameixa e frutos silvestres, acompanhados por notas florais muito subtis, conjunto de sensações que caracterizam a casta tinta. Prima pela elegância no palato e manifesta a presença de taninos polidos que sustentam uma estrutura e corpo conjugados por uma excelente acidez natural, tornando-o guloso e sedutor.

Como nasce um nome

‘Casa da Esteira’ advém do facto de uma das portas desta casa ser protegida do sol por uma esteira. Erguida na Quinta de Montravesso, entre vinhas e vales, a poucos quilómetros da aldeia de Barcos, no concelho de Tabuaço representa, ao mesmo tempo, a união dos quatro elementos da PNC: o João, a Joana e os filhos de ambos, a Teresa e o António.

A identidade gráfica e o design dos rótulos estiveram a cargo da arquiteta Rita Peres Vicente, do Taini Creative Studio, que criou um símbolo partindo da união de dois “J”, um de João e outro de Joana, de onde nascem dois traços, a representar a Teresa e o António. Surge então uma casa, cujo topo é composto por quatro elementos, ou seja, os membros da família Pratas Nápoles de Carvalho, aka PNC, empresa de produção e comercialização de vinhos e azeite com sede no Douro.

Mas o início do projeto de vinhos e também de azeite da PNC começaram com a marca h’OUR. A palavra nasceu sob o lema “Chegou a hora de partilhar o que é nosso… O nosso que queremos que seja vosso!”, ou seja, da conjugação do duplo significado hora e nosso, e a estreia no mercado aconteceu em outubro de 2013. Nesta altura foram apresentadas três referências – branco, tinto e azeite – e, posteriormente outras duas: um monocasta de Touriga Nacional (em 2014) e o rosé (em 2016). Esta marca vai ser, na próxima colheita, substituída por ‘Esteira’, ficando a marca ‘h’OUR’ destinada a mercados externos. 

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