12 Exposições a não perder em abril

Em mês de Liberdade, o Onde Ir sugere uma visita a uma exposição. Porque a arte é uma das formas mais importantes de ser livre, contando histórias e estimulando o nosso imaginário. Combine estas sugestões ou distribua-as pela agenda, porque há algumas que duram mais uns meses. O que não vale mesmo é ficar em casa.

Por Wilson Ledo

 

LISBOA

Cérebro – Mais vasto que o Céu. É o órgão mais importante do nosso corpo e merece, agora, uma mostra completa na Fundação Calouste Gulbenkian. Uma viagem pela história, pela memória e pelas emoções. A beleza do cérebro humano, para descobrir até 10 de junho.

Biblioteca. O atelier é um local sagrado para o artista. É a partir desta ideia, presente no vídeo “A Experiência do Lugar II” de Helena Almeida, que Horácio Frutuoso cria a instalação patente na Estufa Fria. Até 30 de abril, integrado na Boca – Bienal de Arte Contemporânea.

 

Once in a Lifetime [Repeat]. O vídeo é a forma de expressão mais recorrente em João Onofre, embora o artista tenha explorado outros suportes. Nesta exposição na Culturgest traça-se um percurso sobre os últimos 20 anos de produção deste criador. Até 19 de maio.

 

 

 

Fauna. André Romão aprofunda a sua pesquisa artística, procurando perceber quais os nossos mecanismos de sobrevivência no mundo, seja a nível biológico ou cultural. A exposição individual está patente no Centro Cultural de Belém até 2 de junho.

 

Alignigung 2. William Forsythe é considerado um dos principais coreógrafos da atualidade. Nesta instalação no Museu Nacional de Arte Antiga, o espetador é convidado a ver com outros olhos uma coreografia e a relação entre dois corpos. Até 30 de abril, integrado na bienal Boca.

 

Dois anos e meio. Às notícias, publicadas hoje ao minuto, associa-se um tempo rápido. O que Nuno Nunes-Ferreira procura fazer, nesta investigação de que resulta a exposição na Balcony, é moldar essas informações em função de outros critérios de tempo. Até 20 de maio.

 

 

Erosão Horizonte. O tempo tem um efeito erosivo na natureza. É a partir deste princípio que Gonçalo Sena apresenta uma nova exposição individual na Galeria Quadrado Azul. Esculturas e obras em papel, onde é comum uma ideia de transformação. Até 4 de maio.

 

PORTO

I’m Your Mirror. Joana Vasconcelos é uma das artistas que mais divide opiniões em Portugal. Nesta exposição em Serralves, que toma também conta dos jardins, a criadora regressa a muitos dos seus trabalhos mais marcantes, com escalas únicas. Até 24 de junho.

 

 

 

O Lume dos Olhos, A Luzir no Escuro. Mais do que a tensão sexual, do encontro de dois corpos resultam relações. Esta é a primeira exposição individual de João Gabriel na galeria que o representa, a Lehmann+Silva. Uma nova forma de olhar para a pintura, até 27 de maio.

Entre a Forma e o Conceito. Oito artistas, portugueses e brasileiros, debruçam-se sobre a relação entre a arte e o espaço. Esta exposição coletiva resulta de uma colaboração entre as galerias Kubik e Luísa Strina. Patente no anexo desta última até 25 de maio.

Silvestre Pestana: Um Artista de Contraciclos. É considerado uma das figuras mais radicais da arte contemporânea nacional. A exposição, pensada a partir das obras do artista na Coleção de Serralves, aposta em diferentes suportes. No Fórum da Maia até 16 de junho.

Mafalda Santos & Pedro Casqueiro. Dois artistas portugueses de gerações e percursos distintos, mas com a pintura em comum. É desse diálogo que resulta a mais recente exposição da Galeria Presença, patente até 27 de abril

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