Carlos Malvarez

Em julho, Carlos Malvarez desdobra-se entre palcos. No Teatro Aberto, em Lisboa, está em cena com “Golpada”. Já com a chegada do Festival de Almada, o ator apresenta “Lovers-Vencedores” no Teatro dos Aloés, na Amadora. Antes de ir vê-lo a cena, fique a conhecer melhor os gostos e hábitos de Carlos Malvarez na hora de viajar.

Por Wilson Ledo

Entre os países que já visitou, qual o preferido? E porquê?

É difícil escolher mas, provavelmente, a Islândia. Tem uma beleza natural única. Podemos observar montanhas, vulcões, praias e glaciares. Termos a sorte de ver a aurora boreal enquanto tomamos banho numa das muitas águas termais. É realmente especial!

Que hotel ou alojamento sugere sempre aos amigos/gostaria de voltar?

Estive há pouco tempo, com a minha namorada, nas Casas de Juromenha e recomendo. Está num sítio privilegiado, com vista para o rio e para o castelo.

Há elementos dos destinos que costumam inspirá-lo na construção das personagens?

Claro, principalmente as pessoas. Um ator vive disso – como as pessoas no campo se movem, falam e agem; como as pessoas de outras cidades mais ou menos cosmopolitas tendem a manifestar-se, a interagir. Os diferentes destinos oferecem-nos diferentes caracteres com os quais nos podemos cruzar.

Qual o país que mais “anseia” visitar, entre aqueles que estão na sua lista de espera?

Japão, sem sombra de dúvida. O país e a cultura fascinam-me há anos. Tenho de ir ao Japão assim que conseguir.

Já visitou algum país ou cidade por ter feito parte de uma peça de teatro que levou a cena/leu?

Há uns anos fomos convidados a fazer um espectáculo em Turku, na Finlândia (Uma Família Portuguesa, encenado por Cristina Carvalhal no Teatro Aberto) e acredito que tão cedo não iria visitar o país se esse convite não tivesse surgido.

Qual o sítio preferido para uma refeição aconchegante fora de casa?

Será sempre em casa da mãe. Não há nada mais aconchegante que isso.

Que livro, filme ou espetáculo recomendaria a um viajante?

Filmes? Imensos. Vem-me logo à cabeça A Vida Secreta de Walter Mitty. Mas há vários: Diários de Uma MotocicletaO Lado SelvagemParis Je T’aime ou O Expresso da Meia-Noite. Já quando viajo, normalmente, levo um ou outro livro que funciona como uma espécie de introdução à cidade ou país a visitar. É bom chegar aos sítios e saber um pouco do contexto social e histórico do local que vamos visitar. Quanto a espetáculos, não sei. Recomendo vivamente que o típico viajante assista aos festivais que são feitos no nosso país e que recebem companhias do estrangeiro, como o Festival de Almada, o FITEI ou o Alkantara.

 

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