Do Brasil à Indonésia à mesa do Trópico do Cais

A Rua da Moeda, em Lisboa, recebeu em 2017 o sonho de quatro amigos habituados a viajar pelo mundo e pela gastronomia. Assim nasceu o Trópico do Cais que hoje celebra o verão com uma nova carta assinada pelo novo chef Pedro Hazak.  

Por Patrícia Caneira

O espaço do Cais do Sodré que funde a gastronomia sul-americana com a asiática, resulta num ambiente exótico e descontraído, ideal para os dias quentes que se aproximam. 

A nova carta mantém o mote de simplicidade da casa e apresenta nas entradas tártaro de novilho (€9) e cevichemisto (€11), que junta camarão, peixe branco, leite de tigre e leite de côco. 

Tártaro de novilho

Da cozinha brasileira chega à mesa o filé com queijo (€10), uma sanduíche feita com pão francês, lombo de vaca e pasta de queijo. Diretamente da Indonésia, mais propriamente de Bali, a novidade é o Nasi Goreng (€12) que junta arroz frito com legumes asiáticos, frango e ovo. 

Já nas sobremesas e para agrado dos mais gulosos, o brownie de paçoca (€5) com bola de gelado de amendoim é paragem obrigatória antes de sair.

Brownie de paçoca

Para acompanhar a refeição ao almoço, o Trópico do Cais oferece várias variedades de sumos naturais, como o de abacaxi com hortelã (€2,5) ou o de goiaba (€2,5). Aos jantares e já com o tempo alargado e as noites de verão a pedirem, a sugestão vai para os cocktails, desde as caipirinhas (€6) ao Pisco Sour (€7).

Mas apesar de todas as novidades, na carta permanecem os indispensáveis como é o caso do tataki de atum (€10) com puré de abacate, as gyosas (€5) de frango e legumes, que chegam à mesa quentes e acompanham com molho de soja e o tártaro de salmão (€9).

Novo na casa é também o chef Pedro Hazak, que tomou conta da cozinha do Trópico do Cais há um cerca de um mês, depois de ter passado por vários restaurantes como o Bairro do Avillez e O Asiático.

Viajar sem sair da mesa, ou do balcão que ocupa grande parte do espaço e permite uma vista privilegiada sobre a cozinha, é a experiência que se vive no Trópico do Cais, não só através da gastronomia do mundo mas também da decoração exótica e verde que por ali domina. 

 

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